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O MISTEÉRIO DO BEIJO! PODE SER BOM E PODE SER PERIGOSO! THE MYSTERY OF KISS! CAN BE GOOD AND CAN BE DANGEROUS!
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TÚNEL DO TEMPO: Coluna da Luana (Lembram?) Matéria enviada em 12/06/2005 Hoje venho aqui falar do beijo. Tema simples não é, todos sabemos beijar, mas será que você sabe o tipo de beijo que você dá? Será que não podemos varias os beijos, para adoçar um pouco seu relacionamento? O beijo. No dicionário, é o ato ou efeito de tocar os lábios sobre qualquer parte do corpo de uma pessoa, animal, ou sobre objeto querido ou com valor simbólico, podendo incluir também movimentos de sucção, preensão etc. No corpo, o beijo é uma bomba. Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua). As batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto durante o amasso. O beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 quilos sobre os lábios. Um beijo caliente, que dure 10 segundos, é capaz de queimar até 12 calorias. E no coração, o beijo desperta sentimentos tão fortes, sensações tão boas, desejos tão intensos, que fez desse simples ato de roçar bocas algo que a gente nunca esquece. Quer dizer, às vezes, é até melhor esquecer. Porque beijo é tão, mas tão íntimo, que cada um faz de um jeito. E tem gente que não acerta. Coloca a língua no lugar errado, perde o ritmo, baba demais. Para piorar a situação, se a gente erra na escolha do menino, tipo se ele for meio sujinho, o beijo, além de ruim, pode ser perigoso. Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por até três dias!!! Vai ver que é por isso que tem gente que tem medo de beijo. Verdade. Existe até um termo científico para designar quem fica apavorado com a possibilidade de trocar uns amassos: filemafobia. Essa fobia faz parte da ciência que se dedica a estudar os beijos, chamada filematologia. Beijo de Amigos - conhecido como selinho. O selinho é sacramentado após os amigos grudarem delicadamente seus lábios, que deverão estar em formato “biquinho”, e mantê-los unidos por, no mínimo, um décimo de segundo. O Beijo de Amigos foi muito comum em certos períodos da história da humanidade, quando todos se cumprimentavam naturalmente selando os lábios. Beijo de Tia - aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada. As estatísticas indicam que há cada segundo, são dados 154.920.843.030 bilhões de Beijos de Tia no planeta Terra, o que faz desse estilo o mais popular de todos. Beijo Roda Gigante - para praticar o Beijo Roda Gigante, é preciso ter muito equilíbrio e controlar a vertigem. Esse tipo de beijo exige sincronia total, já que o casal beijoqueiro fica virando a cabeça de um lado para o outro e a qualquer sinal de descuido, cacholas podem bater! Beijo Conde Drácula - é o beijo que se entende até o pescoço. O maior perigo desse beijo é deixar o Conde Drácula se empolgar e deixar o famoso chupão no seu pescoço. Beijo Fim de Feira - sabe quando você vai num churras, passa a tarde inteira no xaveco de um gatinho, mas só depois de se fartar de picanha, frango a passarinho e pão com vinagrete é que vocês se beijam? Pois é, nesse momento vocês estão exercitando o famoso Beijo Fim de Feira...
Qual a origem dessa data? A origem do Dia dos Namorados está na Roma antiga, no século III. O padre Valentim desobedeceu as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Tudo corria bem até que o imperador descobriu que o padre continuava realizando os casamentos. O padre se recusou a renunciar o Cristianismo e sua liderança. Então, como castigo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro, Asterius, e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, Valentim escreveu uma carta de amor para ela, na qual assinava como "Seu Namorado". Considerado Mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga. Em Roma, lobos vagavam próximos às casas e um dos deuses do povo romano Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes. Por essa razão, era oferecido um festival em honra a Lupercus. Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papéis, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo. Para celebrar o amor vários países passaram a comemorar o Dia dos Namorados no dia da morte do Padre Valentim (14 de fevereiro). No Brasil, a data mais romântica do calendário surgiu em São Paulo no dia 12 de Junho de 1949, com o publicitário João Dória por encomenda das Lojas Clipper realizou uma campanha para melhorar as vendas no mês de Junho. Com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo criou a frase "Não é só de beijos que se prova o amor". Foi escolhido o dia 12 por ser véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro. A partir daí o dia 12 de junho virou moda e passou a ser um dia muitíssimo comemorado pelos namorados (que compram flores, roupas, cartões...) e mais ainda pelo comércio.